Para lojas de roupas

Você sabe o que vendeu, mas não quem passou, entrou, experimentou uma peça e saiu sem sacola.

Loja por loja e hora por hora, a análise de fluxo de clientes mostra quem passa, entra, chega aos provadores e compra, para você avaliar a vitrine, o salão e a escala de funcionários pelo que cada um realmente faz.

Medição anônima tanto para a butique independente quanto para a rede de moda, com método aprovado por uma autoridade de proteção de dados.

Quem confia em nós

Três perguntas que todo dono de loja de roupas faz

  1. A vitrine faz as pessoas entrarem ou só recebe olhares?

    O capture rate (taxa de captação) é a parcela dos passantes que de fato entram. Medido a cada troca de vitrine e a cada semana de campanha, ele mostra quais vitrines trazem gente para dentro e quais só são olhadas, e a vitrine deixa de ser questão de gosto.

  2. Em que ponto da loja a venda se perde?

    O tempo de permanência por zona mostra se as pessoas chegam aos provadores, quanto tempo esperam ali numa tarde movimentada e em quais araras ninguém para.

  3. A escala segue o horário dos clientes ou o costume?

    Uma curva de visitantes por hora em cada loja, semana após semana, mostra quando o salão está cheio e o caixa está parado, e as horas da equipe passam a acompanhar a demanda.

A análise de fluxo de clientes para lojas de roupas mede as etapas antes do caixa: passantes, entradas, tempo de permanência, provadores e vendas. Ela roda no Wi-Fi da loja, com um sensor 3D acima da porta onde a contagem exata de entradas importa. A Bumbee Labs é a empresa por trás do único método de contagem de pessoas da Europa aprovado por uma autoridade de proteção de dados.

Em resumo

  • A análise de fluxo para lojas de roupas mostra passantes, entradas, tempo de permanência por zona, provadores e conversão, loja por loja e hora por hora.
  • A medição começa no Wi-Fi que a loja já tem, com um sensor 3D acima da porta para contar as entradas com exatidão. Não é preciso usar câmeras.
  • A seguir vêm oito perguntas, da escala de funcionários e da vitrine até o aluguel e o horário de funcionamento.
  • Depois delas, dez perguntas mais curtas e uma seção sobre como começar.

Quais perguntas a análise de fluxo responde para uma loja de roupas?

  1. A nossa escala segue os clientes ou o jeito como sempre fizemos?

    Um número de visitantes por hora em cada loja, semana após semana, mostra quando o salão está cheio e o caixa está parado. Com isso, as horas da equipe podem ser planejadas conforme a chegada dos clientes. O Wi-Fi fornece a contagem, e um sensor 3D acima da porta a torna exata onde isso importa.

  2. As pessoas entram depois de uma troca de vitrine ou só olham e seguem em frente?

    O capture rate (taxa de captação) a cada troca de vitrine e a cada semana de campanha mostra quais vitrines trazem gente da rua e quais só atraem olhares. Os passantes são contados pelo Wi-Fi que cobre a calçada em frente. As entradas são contadas na porta, com exatidão se houver ali um sensor de contagem de pessoas com LiDAR. Uma nova placa de liquidação também conta como troca de vitrine.

    Toda loja com vitrine numa rua movimentada faz a mesma pergunta, e as lojas flagship têm uma página própria sobre o tema.

  3. A fila dos provadores está custando vendas nas tardes movimentadas?

    Quando o tempo de permanência nos provadores sobe nos horários de pico, está se formando uma fila, e fila ali custa conversão. Varejistas que medimos passaram funcionários do caixa para os provadores nesses horários e viram a conversão acompanhar. Para medir a conversão é preciso ter os dados de vendas, que entram por uma integração com o PDV do seu próprio sistema de caixa.

  4. Em quais araras ninguém para, e onde os clientes dão meia-volta?

    O tempo de permanência por zona mostra onde as pessoas ficam e onde dão meia-volta: na frente da loja, ao longo das araras, nos departamentos feminino, masculino e infantil, nos provadores e no caixa. Uma arara em que ninguém para é uma zona sem permanência, e um mapa de calor da loja a coloca na planta baixa.

  5. Quantos dos nossos visitantes experimentam alguma peça?

    A parcela de visitantes que chega aos provadores é a etapa entre entrar e comprar. Junto com o tempo de permanência nos provadores por hora, ela dá o primeiro sinal de fila. O Wi-Fi mostra a quais zonas da loja de roupas os visitantes chegam e quanto tempo ficam em cada uma.

  6. Entrou mais gente na semana de liquidação, mas uma parcela menor comprou. O que aconteceu?

    Varejistas que medimos avaliaram uma semana de liquidação tanto pelas visitas quanto pela parcela que comprou. Entrou mais gente, uma parcela menor comprou, e eles planejaram a campanha seguinte com base nisso. Leia a taxa de conversão da loja física ao lado do número de visitantes da semana e meça o impacto dos eventos da mesma forma ao longo do calendário de campanhas.

    A página de benchmarks de taxa de conversão no varejo mostra como é uma boa taxa de conversão no varejo de moda e por que a sua própria linha de base vale mais do que a publicada.

  7. O aluguel está certo para uma loja no shopping ou numa rua comercial?

    Os seus próprios números de passantes, visitas e capture rate dão à negociação de aluguel valores que lojista e proprietário conseguem ler e aceitar, tanto no aluguel percentual quanto na renovação do contrato. Para uma loja de roupas numa rua comercial, num shopping ou num centro comercial aberto, eles mostram como a loja se saiu em relação à rua ao redor.

  8. A rua está mais movimentada quando a loja está aberta?

    Conte os passantes em frente à loja à noite e nos fins de semana e compare com o seu horário de funcionamento. Varejistas que medimos mudaram o horário depois que o fluxo na rua mostrou vizinhos vendendo enquanto eles estavam fechados, ou uma rua vazia numa manhã fraca. A contagem vem do Wi-Fi que cobre a calçada; veja contagem de pessoas por Wi-Fi.

O que mais as varejistas de moda querem saber com os dados de fluxo?

  • Onde abrir a próxima loja?Contar o fluxo em frente a um ponto planejado antes da inauguração mostra o que a rua oferece.
  • Os clientes voltam depois da liquidação?Com opt-in, as visitas repetidas aparecem como a parcela de visitantes que retornam depois de uma campanha ou de uma troca de estação.
  • O departamento de calçados vende, ou só os sapatos da vitrine?O capture rate na vitrine e o tempo de permanência no departamento separam as duas coisas numa loja de calçados ou de bolsas dentro de uma rede de moda.
  • Shopping ou rua comercial?Compare lado a lado o capture rate do mesmo conceito nos dois ambientes e veja qual combina com ele.
  • Sábado à tarde, salão cheio e caixa vazio?O tempo de permanência por zona e por hora mostra quais partes do salão estão cheias e, portanto, onde falta um funcionário.
  • Em janeiro, as trocas derrubam a nossa conversão?Visitas e transações por hora mostram como a conversão se move em janeiro, mas o motivo, trocas incluídas, exige os dados do caixa ao lado.
  • Quando a estação começa de verdade?Redes de esporte e de moda acompanharam semana a semana o início da temporada de esqui e de corrida e definiram compras e escala pela curva, e não pelo calendário.
  • Ninguém sobe a escada: o andar de cima está perdendo os clientes?O tempo de permanência por zona mostra para onde os visitantes vão e onde dão meia-volta, e é por aí que se começa quando o andar de cima fica vazio.
  • Feminino, masculino ou infantil: quem fica com o espaço do salão?O tempo de permanência por departamento, antes e depois de uma mudança, mostra qual departamento segura os visitantes e por qual eles passam direto.
  • O que acontece nas primeiras semanas depois da inauguração de uma loja?Acompanhar essas semanas hora a hora mostra em quais horários o marketing local deve focar.

Como uma loja de roupas começa a medir o fluxo de clientes?

A maioria das lojas de roupas começa pelo Wi-Fi que já existe no prédio. Os pontos de acesso instalados fazem a medição, e no máximo um ou dois extras cobrem a entrada e a calçada em frente. Onde a contagem exata de entradas importa, um pequeno sensor 3D ou LiDAR fica acima da porta, e os funcionários ficam fora da contagem. O primeiro mês traz a curva por hora, o capture rate e o tempo de permanência por zona daquela loja. Uma rede pode acrescentar outras lojas com a mesma configuração e compará-las em pé de igualdade, no painel ou no seu próprio BI pela API. Se você não sabe se um contador simples, um sensor ou o Wi-Fi é a melhor opção, o guia contador de clientes ou plataforma de análise compara as alternativas.

Quer ver como isso funcionaria no seu espaço?

Como as varejistas de moda usam os dados

Uma rede de moda que medimos acompanhou o capture rate e o tempo de permanência nos provadores em todas as lojas durante uma campanha. A campanha trouxe mais gente da rua, mas uma parcela menor chegou aos provadores. O gargalo era a fila dos provadores nas tardes movimentadas. A rede passou funcionários do caixa para os provadores nesses horários, e a conversão acompanhou. Várias redes com que trabalhamos usam o mesmo funil em todas as lojas. Elas conseguem ver se uma loja fraca tem um problema de capture rate ou de conversão e direcionar a correção para essa etapa.

Ver os casos de sucesso no varejo

We are excited about the collaboration with Bumbee Labs through our Unicorn Academy program. A fantastic solution that fits in most of our industry segments such as retail, transportation, public sector etc. We are happy to support Bumbee Labs with our expertise and global presence, and we are delighted to add such an innovative solution to our portfolio, to be offered standalone or integrated in our own solutions.
Sion Olofsson Unicorn Academy, CGI

Perguntas frequentes

Como a análise de fluxo mede o capture rate da vitrine de uma loja de roupas?

Os passantes são contados pelo Wi-Fi que alcança a calçada em frente à loja de roupas, e as entradas na porta, com precisão quando há um sensor LiDAR ou 3D instalado acima dela. O capture rate é a parcela dos passantes que entram. Lido a cada troca de vitrine e a cada semana de campanha, ele mostra quais vitrines trazem gente para dentro e quais só são olhadas.

A análise de fluxo mostra se os provadores da nossa loja de roupas estão travando as vendas?

Sim. Ela mostra que parcela dos visitantes chega aos provadores e quanto tempo fica ali, hora a hora. Um tempo de permanência que sobe nos horários de pico indica fila, e fila nos provadores custa conversão. Uma rede de moda que medimos resolveu uma fila assim passando funcionários do caixa para os provadores nas tardes movimentadas.

Como a análise de fluxo ajuda uma loja de roupas a planejar a equipe no salão?

Contadas hora a hora, semana após semana, as visitas a cada loja de roupas mostram os horários em que o salão enche enquanto o caixa fica parado. O tempo de permanência por zona e por hora mostra quais partes do salão estão movimentadas, e as horas da equipe passam a seguir os clientes, no salão, nos provadores ou no caixa, em vez do costume.

Podemos combinar os dados de fluxo das nossas lojas de roupas com os dados de vendas?

Sim. Os dados de vendas entram por uma integração com o seu PDV ou sistema de varejo, e a conversão e as vendas aparecem ao lado dos números de fluxo num único painel.

Veja a sua loja do jeito que os clientes circulam por ela

Agende uma demonstração e mostraremos capture rate, tempo de permanência nos provadores e conversão numa loja parecida com a sua.

Agendar demonstração