Para bibliotecas

Contagem de usuários em bibliotecas: mostre o uso real sem vigiar ninguém

A biblioteca é um espaço público cujo valor é difícil de traduzir em números. Os empréstimos hoje mostram só uma parte dele, porque as pessoas também vêm para ler, estudar, se encontrar, participar de eventos ou simplesmente passar um tempo num lugar acolhedor e gratuito. Medir isso de forma anônima gera provas que você pode levar aos financiadores.

O uso real, medido de forma anônima e sem vigilância.

Quem confia em nós

Por que bibliotecas escolhem a Bumbee Labs

  1. Provas sem vigilância

    A medição é anônima, agregada e aprovada por uma autoridade de proteção de dados, então respeita a privacidade que uma biblioteca pública defende.

  2. O uso real, além dos empréstimos

    Você vê o total de visitas pela porta, inclusive de quem não pega livros emprestados, e o uso dos espaços por zona, para planejar com fatos as áreas infantil, de estudo, de leitura e de eventos.

  3. Horários e equipe de acordo com a demanda

    As visitas por hora, dia, semana e temporada mostram exatamente quando o prédio é usado, e o horário de funcionamento e a escala podem acompanhar esse uso.

A contagem de usuários em bibliotecas mostra quantas pessoas vêm e quando, hora a hora ao longo das temporadas, e como cada zona é usada. Ela funciona pelo Wi-Fi da biblioteca, e um sensor 3D instalado no teto da entrada pode acrescentar o total exato pela porta. A Bumbee Labs é a empresa por trás do único método de contagem de pessoas da Europa aprovado por uma autoridade de proteção de dados.

Em resumo

  • Visitas à biblioteca por hora, dia, semana e temporada, e o uso de cada zona, contados de forma anônima pelo Wi-Fi da biblioteca.
  • Um sensor 3D no teto da entrada acrescenta contagens exatas de entrada e saída onde se quer um total preciso na porta.
  • Um painel e relatórios exportáveis para a prefeitura e outros financiadores, para que as estatísticas de frequência fiquem ao lado das de empréstimo.
  • Mais abaixo: cinco perguntas principais, das visitas comparadas aos empréstimos até usuários que querem saber se estão sendo observados, e depois dez perguntas mais curtas.

Que perguntas os dados de fluxo da biblioteca respondem?

  1. Como mostramos que vêm mais pessoas do que as que pegam livros emprestados?

    As estatísticas de empréstimo registram só quem pega livros, então quem vem ler, estudar ou participar de um evento nunca aparece nelas. Uma contagem na porta acrescenta essas visitas, por hora, dia e temporada. O Wi-Fi cobre o prédio, e um sensor 3D no teto da entrada dá contagens exatas de entrada e saída. O verbete Fluxo de pessoas / número de visitantes do glossário define a medida.

  2. O número de visitas que informamos nas estatísticas de bibliotecas é contado ou extrapolado?

    Uma contagem manual pega algumas horas como amostra e extrapola, e o erro depende de quem estava com o contador na mão. Uma série contínua cobre todas as horas de funcionamento e é calibrada com contagens manuais de controle. A contagem com sensor 3D acrescenta totais exatos de entrada e saída na porta. Números de visitantes para patrocinadores e financiadores explica como informar esses dados.

  3. Estamos abertos e com equipe quando as pessoas realmente vêm?

    As visitas por hora, dia, semana e temporada mostram quando a biblioteca está movimentada e quando está quase vazia, e o horário de funcionamento e a escala podem acompanhar a demanda. A série vem da contagem de pessoas por Wi-Fi no prédio todo; onde o total exato importa, um sensor na entrada o acrescenta. Escala de funcionários com dados de fluxo mostra como montar a escala a partir disso.

  4. Quais partes da biblioteca são usadas, e quando?

    As contagens por zona mostram como a área infantil, os espaços de estudo, a sala de leitura, o espaço de eventos e o café são usados ao longo do dia, e quais ficam ociosos. O tempo de permanência por zona distingue uma consulta rápida de uma tarde de estudo. A cobertura de Wi-Fi costuma dar essa visão por zona com os pontos de acesso que já existem.

  5. Contar significa que nossos usuários estão sendo vigiados?

    Nenhum usuário da biblioteca é identificado, nenhum perfil é criado e os visitantes aparecem apenas como contagens anônimas e agregadas. A contagem por Wi-Fi não usa câmeras nem nada que registre um rosto. Onde um sensor conta na entrada, ele processa o vídeo só para a contagem e não armazena imagens pessoais. O artigo sobre contagem de pessoas sem câmeras traz mais detalhes.

O que mais a biblioteca pode aprender com a contagem?

  • Quem conta os visitantes quando a biblioteca está aberta mas sem funcionários?A contagem manual perde essas horas, e a contagem contínua cobre todo o horário de funcionamento.
  • Tem lugar livre para estudar?As contagens por zona mostram a ocupação dos espaços de estudo por horário, e o complemento Crowd Alert, descrito em dados e métricas, avisa quase em tempo real quando uma zona passa de um limite que você define.
  • Quais unidades devemos manter?Quando o orçamento encolhe e as unidades são comparadas entre si, as visitas por unidade e por hora de funcionamento numa só visão da plataforma de análise e API dão a essa discussão uma base medida.
  • A noite com o autor atraiu público?As visitas daquela noite são comparadas com dias equivalentes, e a diferença é o aumento trazido pela palestra ou pelo programa de leitura; veja medir o impacto de eventos.
  • Como as unidades se comparam?Visitas, picos e áreas ficam lado a lado entre as bibliotecas, normalizados para que os números sejam comparáveis; veja benchmark de fluxo.
  • Precisamos de toda a área antes de uma reforma ou mudança?As contagens por zona mostram quais áreas são movimentadas, quais ficam ociosas e quando.
  • Uma passada rápida ou uma tarde de estudo?O tempo de permanência separa as visitas curtas das longas, no geral e por área.
  • O que deve constar na licitação de contagem de visitas?Os requisitos de anonimato e de comprovação podem entrar no edital, e o guia sobre licitação de contagem de pessoas lista quais são.
  • Quando é o pico da tarde?As visitas por hora e dia da semana mostram quando o prédio enche e quando fica quase vazio, para planejar equipe, eventos e horários de silêncio.
  • Quantos visitantes de um centro cultural vão à biblioteca?A contagem por zonas separa a biblioteca do resto do prédio, então cada espaço tem o seu próprio número.

Como funciona a contagem de usuários em bibliotecas?

A Bumbee Labs conta as visitas pelo Wi-Fi que a biblioteca já tem, sem câmeras e sem nada que registre um rosto ou identifique um leitor. Em geral não é preciso hardware novo: os pontos de acesso existentes muitas vezes bastam, com um ou dois a mais para cobrir uma entrada ou um andar separado. Onde o total exato na porta importa, um sensor 3D no teto da entrada conta quem entra e quem sai, e o vídeo é processado só para a contagem. Os dois métodos alimentam o mesmo painel. Os sinais passam por um motor estatístico, e o resultado chega a você como painel ou como relatórios exportáveis para o conselho e os financiadores.

Que dados a biblioteca recebe?

  • Total de visitasas visitas pela porta, além de empréstimos e logins, em escalas de tempo ajustáveis, de intervalos curtos a meses.
  • Demanda por horário e por equipevisitas por hora, dia, semana e temporada, para que o horário de funcionamento e a escala acompanhem a demanda.
  • Uso dos espaços por zona(área infantil, espaços de estudo, sala de leitura, espaço de eventos, café): quais áreas são movimentadas, quais são tranquilas, e quando.
  • Tempo de permanênciaquanto tempo as pessoas ficam, no geral e por área (uma consulta rápida ou uma tarde de estudo).
  • Picos, períodos tranquilos e tendênciaspara planejar horários de silêncio, eventos e programações sazonais.
  • Impacto da programação e dos eventoso aumento de público trazido por palestras, exposições e iniciativas de leitura, como prova baseada em fatos.

Isso já funcionou em outros prédios públicos?

A mesma abordagem já foi comprovada em outros prédios abertos ao público, onde mostra como as pessoas usam cada área e como os eventos atraem gente, e dá aos financiadores números que eles aceitam sobre o valor do lugar. Na biblioteca, ela fornece o mesmo tipo de prova sobre visitas, uso dos espaços e público dos eventos.

Que espaços parecidos têm a mesma necessidade?

Bibliotecas e espaços culturais costumam prestar contas a financiadores parecidos e ter um nível de exigência de privacidade semelhante; veja Contagem de visitantes em museus para saber como um museu usa os dados. As bibliotecas também fazem parte do espaço público mais amplo tratado em análise de fluxo de pessoas para prefeituras e municípios. Os centros aquáticos municipais têm a mesma tarefa de relatório anual, tratada em Piscinas públicas e centros aquáticos.

Quer ver como isso funcionaria no seu espaço?

GDPR da UE, aprovado

Aprovado e validado

O método é aprovado por uma autoridade de proteção de dados e validado pela academia, por parceiros e por clientes. Você obtém as provas de que precisa sem coletar nada pessoal.

Ver os casos de sucesso

We are very happy to announce this partnership with Bumbee Labs to boost our Wireless solutions portfolio and bring what we believe is the future for retail businesses, measured by trustful data. What can't be measured, can't be improved.
Naor Alves CEO, Mantis Tecnologia

Perguntas frequentes

A contagem de usuários na biblioteca identifica ou rastreia alguém?

Não. Ninguém é identificado e nenhum perfil é criado. Os visitantes aparecem nos dados apenas como contagens anônimas e agregadas.

Podemos informar as estatísticas de frequência da biblioteca à prefeitura e a outros financiadores?

Sim. O painel e os relatórios exportáveis são feitos para conselhos e órgãos financiadores, e a biblioteca pode colocar os números de visitas ao lado dos números de empréstimos no relatório anual.

A contagem de usuários mostra quais áreas e eventos da biblioteca são realmente usados?

Sim. Os dados por zona mostram como a área infantil, os espaços de estudo e as áreas de eventos são usados ao longo do dia, e a medição de eventos mostra o efeito de uma palestra ou de um programa de leitura sobre o público.

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